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Cientistas brasileiros descobrem na China ovos de réptil extinto

Ovos com embriões encontrados na China revelam fatos sobre o Pterossauro, espécie de dinossauro extinto.

Cientistas brasileiros em conjunto com chineses declaram ter achado na China cerca de trezentos ovos de pterosauros – espécie de répteis voadores extintos há 66 milhões de anos – alguns deles ainda com embrião. Os detalhes da descoberta está publicada na revista Science e é considerada uma das mais importantes descobertas dos últimos dez anos no setor.
Os ovos foram encontrados no deserto de Gobi, no noroeste da China. Trata-se do maior ninho desta espécie de dinossáuro já visto. No local há também um grande número de ossos de pterosauro.

Parentes do dinossauro

Os pterosauros foram os primeiros répteis a desenvolverem a capacidade de voar. São considerados parentes dos dinossauros. A espécie desapareceu no período Cretáceo.
A descoberta está sendo considerada como uma das mais importantes. Isto porque antes só nove ovos haviam sido encontrados. Três deles com embriões.
Outra descoberta dos cientistas está relacionada à capacidade de locomoção da espécie. De acordo com a análise dos ossos encontrados, o pterossauro nascia sem a capacidade de voar. Eles tinham que caminhar até se tornarem adultos.
As réplicas dos ovos e dos ossos estão expostas no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, desde 1º de dezembro.

 

Ciência enfrenta dificuldades para entender o amor

 

A mesma Ciência capaz de explicar o funcionamento do cérebro fica em dúvida quanto aos mecanismos do amor. Métodos científicos tentam revelar como os sentimentos surgem na mente ou no cérebro humano, mas encontram um abismo ao tentar estabelecer a relação entre os fenômenos físico-químicos e as emoções.


Uma pesquisa promovida pela psicóloga americana Tania Lombroso, da Universidade da Califórnia, em Berkley (EUA) com base em estudo desenvolvido por sua aluna de doutorado, Sara Gottlieb, registra as opiniões de um grupo de pessoas sobre o assunto. Nela, os participantes dizem se acham que a Ciência é capaz de explicar a relação entre o cérebro e as emoções.


Para a maioria das pessoas entrevistadas o método científico consegue bons resultados ao explicar fenômenos cerebrais mais palpáveis, como o funcionamento da visão ou do tato. Mas deixa a desejar ao tentar explicar como alguém sente emoções como o orgulho ou o amor.

 

Desafio da Ciência

 

Explicar as emoções é um desafio antigo para os cientistas que estudam o cérebro humano. O físico inglês John Tyndall, em um discurso proferido em 1848, diz que a ciência é capaz de identificar a relação entre uma atividade fisiológica no organismo e uma emoção. Para Tyndall, existe um abismo inexplicado entre a ação de neurônios, descargas elétricas e uma emoção, como o amor, por exemplo.
Tyndall diz também que a ciência pode identificar a atividade fisiológica relacionada a uma emoção. Pode identificar os neurônios envolvidos. Mas a descrição científica não explica o fenômeno emocional.
De acordo com Tyndall, falta algo à Ciência para explicar a real natureza das emoções.

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