A difícil arte da convivência em sociedade

 

A todo o instante a nossa capacidade de relevar momentos delicados, agressivos e constrangedores é colocado à prova. Por motivos “irrelevantes”, muitas vezes, “insignificantes” colocamos em risco anos e anos de coleguismo e parceria. Vivemos atualmente em um mundo agressivo e intolerante, pessoas e grupos se agridem mutuamente transformando a convivência diária em um exercício difícil e penoso.

Exigimos do outro aquilo que muitas vezes não oferecemos. É fácil exigir respeito, carinho, consideração e coleguismo. O difícil é ofertarmos ao outro o mesmo comportamento que tanto desejamos. Conflitos milenares se arrastam em várias partes do planeta, ceifando milhões de vidas inocentes, pelo simples fato de olharmos o mundo pela nossa perspectiva individual. 

Precisamos utilizar a justiça e o bom senso no enfretamento de nossos conflitos diários. 

A empatia deveria ser a conduta norteadora de nossas atitudes e de nossos posicionamentos frente as questões difíceis que a vida nos apresenta diariamente. Algumas vezes, é necessário que nos coloquemos no lugar do outro, para melhor entendermos a decepção ou a tristeza que algumas de nossas atitudes poderiam causar.

Acredito que muitas situações difíceis e delicadas seriam evitadas com esta simples atitude. Esse exercício não deve ser praticado unilateralmente, os dois lados precisam entender o lado alheio (talvez esse seja a grande dificuldade do processo).

Parafraseando o sábio e bíblico mandamento: Devemos fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem. Se praticassemos esse importante ensinamento tudo seria mais fácil.

Finalizando, uma frase interessante que vi recentemente uma postagem no Facebook: 
“Me tratou bem, trato bem! Me tratou mal, …. Continuo tratando bem, pois cada um oferece aquilo que tem de melhor”.

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