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Cientistas espanhóis criam espermatozóides ou óvulos através de células da pele

Cientistas espanhóis, lideradas pelo Dr.Carlos Simon do Instituto Valenciano de Infertilidade, divulgaram um estudo que pode gerar uma nova esperança a casais que dependem de espermatozóides ou óvulos de doadores para terem seus filhos.

Neste estudo, os cientistas usaram um ‘coquetel de genes’ para transformar células da pele humana em células germinativas. Os cientistas verificaram que 30 dias após adicionarem o ‘coquetel de genes’ às células da pele humana, estas se tornaram células germinativas com eventual possibilidade de se tornarem espermatozóides ou óvulos. Esta nova maneira de redefinir os genes, pode ser grande auxílio a casais com gametas deficientes.

O estudo que alcançou maior alcance nessa área, foi realizado pelo trabalho de pesquisadores chineses, no qual este processo foi usado para criação de espermatozóides em laboratório, que ao atingir a maturidade apropriada, foram usados para fertilizar óvulos de camundongos. Embora os filhotes tanham nascidos saudáveis e sem qualquer problema aparente, o Dr.Simon afimou que fazer o mesmo com embriões humanos significa um outro nível de complexidade, no qual um longo caminho ainda deve ser percorrido já que se trata do nascimento de um filho.

Além de questões práticas, que se preocupam com uso da nova técnica trazer aos filhos concebidos apartir de óvulos e espermatozóides artificiais algum tipo de desvantagem genética, existem também as questões éticas e religiosas que devem ser debatidas. O fato é que, enquanto essas questões não são definidas, a ciência continua evoluindo.

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Matheus Dayrell Reis

Sócio-fundador e redator do portal 1News Brasil. Contato: matheus@1news.com.br

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