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Mandala da Prosperidade: de prejuízo financeiro à cadeia

Se você ainda não recebeu o contato de algum amigo(a) lhe convidando para participar da “Mandala da Prosperidade“, sinta-se privilegiado. A pirâmide financeira que tomou conta das redes sociais a cada dia ganha mais adeptos na prática do crime.

A tipificação do crime está na lei n. 1.521, de 26 de dezembro de 1951, que trata dos crimes contra a economia popular. O art. 2º, inciso IX, que constitui crime contra a economia popular, punível com 6 meses a 2 anos de detenção, “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos (“bola de neve”, “cadeias”, “pichardismo” e quaisquer outros equivalentes)”.

Em uma matéria publicada na tarde de hoje no portal Patos Hoje, o delegado regional da Polícia Civil de Patos de Minas, Luiz Mauro Sampaio, alerta para os perigos da Mandala. Segundo ele, apenas 12% de quem participa realmente obtém lucros no negócio, o restante apenas contribui com o topo da pirâmide. Como não há produto envolvido, a movimentação de dinheiro depende do recrutamento de novas pessoas, ou seja, se algum membro não conseguir novas pessoas para investir no negócio, a pirâmide quebra. 

Se você chegou até aqui é porque se interessou em saber mais sobre o negócio. Você já pode ser considerado uma pessoa esperta, pois buscou informações antes de investir nesse tipo de esquema. Desconfie sempre de dinheiro fácil, alerta o delegado.

 

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Nellysson Silva

Sócio-fundador do portal 1News Brasil. Quer falar comigo? Fique à vontade: [email protected]

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