Quando a ganância é maior que o bom senso.

Quando um senador da República, presidente do Senado, tripudia e desrespeita juízes e delegados federais, após ser pego em um ato ilícito, só duas coisas pode estar acontecendo: ou ele acredita que o período de impunidade continuará existindo em nosso país ou ele está tão desesperado com a possibilidade de ser punido, que perdeu o “bom senso” típico dos canalhas e dos corruptos que expoliam nossa tão combalida nação. 

Por todo o país, notícias de prisões por corrupção e desvios de dinheiro público se espalham e enchem os noticiários dos meios de comunicação brasileiro e internacional. É uma vergonha como usavam o dinheiro público surrupiado dos cofres de nosso país.

Jóias que custam milhares de reais, obras de arte raríssimas, viagens espetaculares, carros importados caríssimos, iates luxuosos, prostitutas exigentes e requintadas, implante de cabelo e silicones, são apenas alguns exemplos, de como o suado dinheiro de nossos impostos é  mal utilizado. Este é o destino do dinheiro que deveria ser utilizado para pagar o funcionalismo público, reabastecer os hospitais sucateados de remédios e equipamentos, equipar a polícia, pavimentar nossas perigosas estradas, melhorar nossas escolas. 

Perdeu-se a vergonha. Estou vendo que transformaram o nosso país em uma “empresa falida” que tem como objetivo principal, sustentar esses seres abjetos, que não tem vergonha de serem chamados de ladrões, vagabundos, covardes pelos cidadãos que se sentem lesados.

O luxo, as mordomias e os privilégios, para esse tipo de “gente”, compensa todo e qualquer  risco. Será que essas pessoas não se preocupam com o mal exemplo que deixarão para os seus descendentes? Será que compram o respeito de seus filhos e netos com mordomias e presentes caros? Será que corrupção é hereditário?

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