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Servidor Federal: União pretende travar avanços de projetos

O servidor federal deverá encontrar mais dificuldades quando o assunto à mesa for as negociações de reajustes salariais. A vida com Dilma foi difícil, mas não há expectativa de que melhore com o governo Temer, entra e sai presidente, mas a política do arrocho com o funcionalismo segue firme e forte.

No primeiro e no segundo mandato de Dilma, os benefícios que o servidor federal conseguiu foram muito aquém do desejado, na maioria massacrante dos casos (todo o Executivo), os servidores não conseguiram sequer repor as perdas inflacionárias acumuladas no período.

Após o ‘aumento’ concedido nos contracheques que virão no mês de setembro, a ‘bola da vez’ são os servidores do Judiciário. Segundo matéria publicada pelo jornal ‘O Dia’, Temer já articula para travar o andamento das propostas que aguardam votação no Senado.

Essas propostas tratariam dos subsídios aos ministros do STF, do Procurador Geral da República e do Defensor Geral da União, de acordo com a matéria do jornal fluminense o impacto orçamentário previsto, caso este benefícios sejam aprovados a esta categoria de servidor federal, seria de R$ 67,7 bilhões até 2018.

Condsef

A Confederação Nacional dos Servidores Federais divulgou que o governo pretender travar “novas propostas de reajustes salariais” e não a que já estão em curso e que já constarão em setembro no pagamento do servidor federal.

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